Energia solar em Curitiba: o projeto começa pela sua conta de luz
Residência, empresa ou propriedade rural: o caminho é o mesmo e a conta é diferente em cada um. O que decide o tamanho do sistema é o seu consumo real ao longo do ano, não uma média de tabela.
Onde atendemos: Maringá, Curitiba, Wenceslau Braz e Porto Seguro, com atendimento no Paraná e no extremo sul da Bahia.
Por que dois orçamentos de energia solar nunca batem
Um orçamento promete 95% de economia, outro promete 60%, e nenhum dos dois mostra a conta que levou àquele número. A diferença raramente está no equipamento: está no consumo que cada um assumiu, na geração que cada um estimou e no que cada um deixou de fora.
O consumo de um imóvel varia ao longo do ano. Uma casa gasta diferente no inverno e no verão; uma propriedade rural pode ter o pico concentrado em poucos meses de irrigação ou de aquecimento. Dimensionar pela média de um mês só é o começo de um sistema que gera menos do que a conta pede.
Do lado do telhado, orientação, inclinação, sombra e o estado da estrutura mudam quanto o mesmo conjunto de módulos entrega. Nada disso se decide por foto de satélite, e é por isso que a visita técnica vem antes do número fechado, e não depois do contrato.
O que o sistema resolve, e o que ele não resolve
Um sistema conectado à rede gera durante o dia, o imóvel consome o que precisa na hora e o excedente vai para a concessionária como crédito de energia. É esse crédito que cobre a noite e os dias nublados. Por isso o dimensionamento se faz sobre o consumo do ANO, e não sobre o de um mês.
O que ele resolve é o custo da energia que você consome. O que ele não resolve, sozinho, é a falta de energia na rua: por norma de segurança, o sistema conectado à rede desliga junto com a concessionária. Quem precisa continuar operando durante a queda precisa de armazenamento, e isso é um sistema híbrido.
A parte que a maioria dos orçamentos não conta é a que vem depois: a homologação junto à concessionária, sem a qual o sistema não pode operar conectado, e o acompanhamento da geração depois de ligado. As duas são nossas.
Onde ele não é a resposta
Telhado sem área útil, com sombra permanente ou com estrutura que não suporta o peso muda o projeto e pode inviabilizá-lo. A visita técnica responde isso antes do orçamento, e a gente prefere dizer não antes de vender.
Os kits e equipamentos deste tipo de projeto
Módulo, inversor e estrutura são definidos pelo consumo e pelas condições do local. Marca, modelo, potência e garantia entram por escrito na proposta.
Carregando os equipamentos indicados para energia solar.
Perguntas sobre energia solar
Como vocês calculam o tamanho do meu sistema?
Pelas suas faturas. A gente lê o consumo em kWh mês a mês ao longo do ano, entende a variação e dimensiona o sistema sobre esse consumo real. Em cima disso entram as condições do telhado, medidas na visita técnica: orientação, inclinação, sombra e estrutura.
Serve para casa, para empresa e para propriedade rural?
Serve, e o caminho é o mesmo: análise da conta, visita técnica, projeto, instalação e homologação. O que muda é o porte e o que pesa na análise. Em empresa entra o perfil de consumo ao longo do dia; no campo, a sazonalidade e a qualidade da rede.
Quanto tempo o sistema demora para se pagar?
Depende do seu consumo e da sua tarifa. O projeto sai com a conta aberta, e é ela que responde isso para o seu caso. Número de retorno dado antes de ver a sua fatura é chute.
E depois que o sistema estiver instalado?
A homologação junto à concessionária é nossa, e o acompanhamento da geração continua depois de ligado. A gente compara o que o sistema está gerando com o que o projeto previu. Se cair, você não precisa descobrir sozinho.
Manda a sua conta de luz e a gente devolve a análise
Uma foto da última fatura já é o suficiente para começar. A gente responde com a estimativa da geração e diz o que precisa ser visto de perto.
